02.06.2013


O Texto-base do Ano Vocacional, distribuído na conclusão do 1º Congresso do Laicato da Família do Rogate a representantes das diversas realidades onde os Rogacionistas estão inseridos, servirá como instrumento de apoio aos animadores vocacionais e à Família do Rogate. Ele apresenta os objetivos do Ano Vocacional, seus projetos e algumas temáticas para reflexão e aprofundamento. Como o próprio nome afirma, trata-se do básico, o essencial para que caminhemos unidos, em rede, com linhas comuns de ação. A Comissão organizadora estará constantemente em contato com os animadores vocacionais de cada realidade Rogacionista, os quais são os referentes, os articuladores locais, junto com um referente jovem escolhido e nomeado para ajudar na articulação e no trabalho em rede, garantindo a ação em comum e a concretização dos projetos. Há seis grandes projetos para este Ano Vocacional Rogacionista, desde a produção de subsídios e indicação de material já existente, até a elaboração do já mencionado “plano global”. Um cuidado especial será dado à formação, em três âmbitos: a) dos assessores ou animadores da juventude; b) da comunidade eclesial, para que se conscientize da atual realidade juvenil; c) do próprio jovem, aquele que já tenha manifestado o desejo de ser discípulo missionário. Assim como a animação vocacional, a animação da juventude deve ser ampla, sem limites pastorais ou âmbitos restritos da Igreja Católica. A juventude está em qualquer lugar, assim como a parábola das sementes (cf. Mt 13,4-9;18-23; Lc 8,5-15). Parte dela encontra-se à espera de um primeiro chamado, ainda desconhecendo as maravilhas em participar de uma comunidade, em viver na comunhão e se doar em favor dos outros; outra parte está no início do processo de seguimento; e outra, finalmente, já participa de pastorais e movimentos. E nas Obras Socioeducativas Rogacionistas (Colégios e Institutos) há jovens de outras crenças e denominações religiosas. O diálogo, portanto, deve ser inter-religioso. E a criatividade nas estratégias de ação e na abordagem deve ser uma constante.








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